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Às vésperas da votação pelos deputados federais, a Reforma da Previdência deixou de ser rejeitada pela maioria dos brasileiros, mostra pesquisa Datafolha. A fatia dos que se opõem às mudanças nas aposentadorias e pensões caiu de 51% para 44% entre abril e julho. A parcela dos que apoiam a proposta subiu de 41% para 47% e é agora numericamente superior à dos contrários, mas dentro da margem de erro (de dois pontos percentuais para mais ou para menos), o que configura empate técnico.

A queda na rejeição e o crescimento do apoio à reforma aparecem em todas as faixas de idade, escolaridade e renda familiar e ocorreram também independentemente das escolhas eleitorais em 2018 (veja quadro acima). A mudança de opinião foi mais forte entre os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) e entre os que declaram não ter votado nem no atual presidente nem em Fernando Haddad (PT).

Bolsonaristas favoráveis à reforma eram 55% em abril e agora são 67%; contrários caíram de 36% para 27%. Entre os haddadistas, a rejeição passou de 72% para 67%, e o apoio subiu de 22% para 25%. No grupo dos que não votaram em nenhum dos dois, a oposição é majoritária (61%), mas 11 pontos abaixo de abril; o apoio foi de 19% para 26%. O Datafolha ouviu, nos dias 4 e 5 de julho, 2.086 brasileiros com 16 anos ou mais em todo o país.

Entre essa pesquisa e a de abril, deputados federais alteraram a proposta original do governo Bolsonaro, atenuando as regras para parcelas da população. O novo texto reduz o tempo de espera pela aposentadoria de servidores e trabalhadores do setor privado que estão mais perto de obter o benefício, por exemplo.

Aposentadorias

Também retira da reforma o funcionalismo estadual e municipal e antecipa em até cinco anos (em relação à versão original do governo) o recebimento de aposentadorias mais altas pelos servidores mais antigos. Na direção oposta, a nova proposta reduz valores de benefício de quem está há pelo menos dois anos da aposentadoria no setor privado.

Medidas que atenuam os requisitos para mulheres, como a redução da idade para professoras e da contribuição mínima para trabalhadoras do setor privado, não foram suficientes para conquistar a maioria delas. (Fonte: Folha de Pernambuco)