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Uma operação da Polícia Civil de Petrolina prendeu, nesta terça-feira (18), sete pessoas suspeitas de participar do tráfico de drogas sintéticas na região. O resultado preliminar da Operação ‘Okia’ foi apresentado em coletiva de imprensa, na sede da Diretoria Integrada do Interior (Dinter-2), no 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM). Além das prisões, no decorrer das investigações foram apreendidas drogas, armas e dinheiro.
O delegado Daniel Moreira explicou que a operação começou há cerca de um ano, quando um DJ de Petrolina foi preso com drogas sintéticas. “As investigações começaram em meados do mês de julho de 2018, quando identificamos o elevado consumo de drogas sintéticas na cidade. A gente identificou um dos alvos, um DJ, que foi preso. A partir desta divisão, se iniciou o trabalho de investigação qualificada, com a participação efetiva da delegacia do Denarc”, informou.
Foram pesas sete pessoas, quatro em flagrante por tráfico de entorpecentes e três em razão de prisão preventiva. Com essas pessoas foram encontrados entorpecentes que até então não eram vistos na cidade de Petrolina. Essa é a primeira operação de repressão a tráfico de drogas sintéticas na região de Petrolina”, explicou o delegado Gregório Ribeiro, ressaltando que a investigação foi iniciada em julho passado após a identificação do aumento de usuários drogas sintéticas no período junino.
(Foto: PC/Divulgação)
Perfil
O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia de Repressão ao Narcotráfico (DPRN/Denarc), Dark Blacker, destacou o perfil dos vendedores e usuários de drogas sintéticas. “A Polícia Civil, por intermédio das outras forças de segurança, como o 2º BIEsp e a Polícia Rodoviária Federal, vai combater efetivamente o tráfico de todas as drogas. Os traficantes de drogas sintéticas são pessoas diferenciadas, seja no quesito intelectual, como no quesito econômico. A mensagem é que a Polícia Civil vai atrás e as pessoas vão sofrer as consequências”, disse Dark Blacker.
Os delegados explicaram que as drogas são oriundas, basicamente, dos estados de São Paulo e Paraná. “Cada ‘bala’ – como é conhecido ecstasy – é vendida de 30 a 35 reais, mas em festas chegam até 60 reais”, explicou Gregório Ribeiro. “Parte das drogas foi apreendida num apartamento de alto padrão na Orla de Petrolina. O responsável pelo imóvel não estava no local, apenas a droga foi apreendida”, finalizou o delegado Daniel Moreira, ressaltando que as investigações terão sequência.
Confira a lista de apreensões:
– 24 celulares
– 385 comprimidos de ecstasy
– aproximadamente 800g de maconha
– 1347 micropontos de LSD
– 1/2 kg de cocaína
– 13 bolas de haxixe
– 10 pedras de MDMA
– R$ 2.374
– 1 espingarda calibre 32, com 5 munições
– 1 revólver
– 1 rifle calibre 44, com 3 munições
– 4 balanças
– 3 tabletes
– 5 dichavadores
– 1 embalador a vácuo
– 5 notebooks
– 2 frascos de Gota