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O trágico assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, completou três anos e cinco meses nesta sexta-feira (10). Sem desfecho e muito silêncio, o caso é conduzido pela delegada Pollyanna Nery, que está à frente das investigações desde novembro de 2017.
No último dia 6 de abril, os restos mortais da garota foram exumados em uma área privativa na zona rural de Juazeiro (BA), onde a família morava, e transferidos para um cemitério em Petrolina. Houve uma cerimônia muito emocionante e um novo sepultamento, mas como o pai de Beatriz, Sandro Romilton, já havia dito a este Blog, a situação é ainda pior porque eles não têm nenhuma resposta a dar para Beatriz, visto que até hoje o caso é um mistério e ninguém foi preso. A investigação da Polícia Civil (PC) é sigilosa.
O caso
Beatriz Angélica tinha sete anos quando foi assassinada na noite de 10 de dezembro de 2015, durante uma solenidade de formatura do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, no Centro de Petrolina, onde estudava. Seu pai, o professor Sandro Romilton, fazia parte do quadro de funcionários da unidade de ensino.
O corpo da menina foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo desativada após um incêndio provocado por ex-alunos do colégio. Essa sala fica próximo à quadra de esportes, onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola, na noite do crime. A irmã da menina era uma das formandas.
A última imagem que a polícia tem de Beatriz foi registrada às 21h59 da noite do crime, quando ela se afasta da mãe e vai até o bebedouro do colégio, localizado na parte inferior da quadra. Minutos depois, o corpo da criança foi encontrado.
Foragido
Segundo informações, Allinson Henrique de Carvalho Cunha, ex-funcionário terceirizado do Colégio Auxiliadora, suspeito de ter apagado imagens de câmeras de segurança que teriam registrado a movimentação na noite do assassinato da menina Beatriz Angélica, ainda estaria foragido. A prisão preventiva dele foi decretada há cerca de cinco meses.
Disque-Denúncia
Quem tiver informações relevantes sobre o caso, pode acionar a Ouvidoria da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco – 181; WhatsApp – (87) 9 9911-8104; e Disque-Denúncia (81) – 3421-9595/3719-4545. Além disso, há um grupo de trabalho do MPPE, também por meio do WhatsApp: (81) 98878-5733. O sigilo é absoluto.